16 agosto 2016

Começa à partir de hoje a caça aos eleitores. Barreiros poderá ter em seu quadro de candidatos um FICHA SUJA disputando as eleições.


À partir das zero horas deste dia 16 de agosto de 2016 os candidatos à Vereadores e Prefeitos de todas as cidades, inclusive Barreiros e São José da Coroa Grande, na Mata Sul de Pernambuco, já estão saindo em disparada para irem em busca do eleitor.

O eleitor, neste período passa à ser super valorizado, recebendo a atenção dos candidatos e estes por sua vez, devem apresentar aos mesmos as melhore propostas, de maneira à convencê-los à votarem em si ou em suas legendas.

Aqui na cidade de Barreiros, pela primeira vez poderemos ter um candidato ficha suja concorrendo ao cargo de prefeito e uma bancada de pessoas correndo para provar de alguma forma que o mesmo não é corrupto e nunca desviou dinheiro público da administração pública.

Também teremos a tentativa de reeleição dos dois irmãos que passaram à ser mais odiados, pelos cidadãos e cidadãs de bem, em função de suas péssimas administrações à frente da Prefeitura.

No entanto o eleitor pode optar ainda por nomes novos, politicamente falando, tendo a oportunidade de eleger pessoas de bem, bons administradores para cuidar, pelos próximos quatro anos, a Prefeitura Municipal de Barreiros.

O eleitor barreirense também tem a oportunidade de mudar o atual quadro de vereadores, considerados os piores de todos os tempos, substituindo a câmara, fazer uma limpeza por nomes novos, de maneira à moralizar a Casa de Nilo Morais, ou continuar à manter o mesmo quadro de atuais vereadores incompetentes e coniventes.

Seja como for, a largada foi dada e à partir de hoje, até o dia 02 de Outubro, teremos menos de 47 dias para que a decisão final, nas urnas, tenha seu aval.

Á todos os candidatos à Prefeito e à Vereadores, o meu desejo de sucesso, independente do resultado final em Outubro.

Acredito no entanto, que iremos ver, à partir de agora, um verdadeiro derrame de dinheiro e gastos, principalmente daqueles que estão com a máquina pública nas mãos, em busca do poder transitório.