31 janeiro 2019

Em Tamandaré, vendedores ambulantes estão sendo impedidos de comercializar na praia, pela Prefeitura.

Com a chegada do verão às praias nordestinas, nada mais natural do que as cidades litorâneas receberem turistas de todos os estados e até de fora do pais para o veraneio. E com a chegada dos turistas toda forma de comércio existe à beira da praia.

Vendedores de água natural, água de côco, cocada, camarões e peixes fritos, além de picolés e sorvetes para refrescar do calor são encontrados à beira-mar. Por aqui, pras bandas de Porto de Galinhas, Tamandaré, São José da Coroa Grande, entre outras no litoral Sul do estado de Pernambuco, encontramos em todas as praias turistas e vendedores. Paisagem mais do que natural em todas as épocas do ano, com mais foco durante o verão.

O vendedor de cocadas, Flavio Silva, foi impedido de trabalhar em Tamandaré.

Na Praia de Tamandaré, no entanto, a Prefeitura Municipal, sob a gestão de mais um agente da família Hacker, tem pretendido mudar um pouco o cenário local. Vendedores de tapioca, cocada, camarão, picolés, dentre outros, estão sendo impedidos de comercializar seus produtos à beira mar. O argumento (fraco por sinal) é de que, só podem comercializar qualquer iguaria nas praias, aqueles comerciantes que são exclusivamente moradores de Tamandaré.

Embora haja um pagamento de uma taxa, ainda assim, alguns vendedores, que já comercializam há anos por aquelas bandas, se for detectado que é de cidades vizinhas, como Rio Formoso (de onde Tamandaré era distrito) ou de Barreiros, não podem mais atuar como ambulantes na praia pode determinação da Prefeitura.

Várias são as reclamações por parte dos vendedores ambulantes. Eles dizem que quando chegam com suas mercadorias para comercializar, são impedidos pela guarda municipal, e as vezes até por policiais, de trabalhar. Alegam à eles que devem estar cadastrados pela prefeitura.

Os vendedores, então, vão á Prefeitura, que os envia para o Forte de Tamandaré, para pagar uma taxa de cerca de R$ 70,00. No entanto, ao chegar na Secretaria de Turismo, localizada no Forte, a informação que eles recebem é que não podem trabalhar na cidade por serem oriundos de Barreiros ou de Rio Formoso.

Alguns vendedores já atuam há mais de 10 anos naquela cidade como ambulantes, no entanto, sob a gestão de Sergio Hacker (mais um agente dos Hacker) qualquer vendedor que for aquela praia, que não residir na cidade é impedido de ganhar seu dinheiro, de maneira honesta, como eles sempre fizeram.

Confiram o vídeo abaixo, com reclamação, de um dos vendedores que por postado em sua rede social. Conforme Fabio Silva, vendedor de cocadas, Infelizmente, não lhe concederam a concessão para trabalhar.


A Prefeitura de Tamandaré, sob a gestão do Prefeito Sergio Hacker, ao que passa à entender, é contra cidadãos ganhar a vida dignamente e tem causado transtornos para que trabalhadores comuns, ganhem honestamente de seu trabalho. O que é lamentável.

Neste outro vídeo, vendedores ambulantes estão sendo expulsos pelos Guardiões de Bens, contratados pelo Restaurante Bora Bora, que impede que hajam vendedores na redondeza.


Isso aconteceu hoje no Restaurante Bora bora veja o q passamos pra ganha nosso pão de cada dia Jesus tenha mesericordia de nos
Publicado por Rivaldo Lira em Segunda-feira, 3 de dezembro de 2018