04 novembro 2015

Prefeito manda cancelar encontro de Bandas em Barreiros e usa como desculpa a falta de dinheiro.


Neste últimos tempos, sob a administração dos irmãos Carlinhos da Pedreira e Léo da Pedreira (Prefeito e vice) temos o desprazer de encontrar informações as vezes até mais absurdos do que o que se costuma pensar de comum. Essa que estamos divulgando hoje, por mais simples que seja, ainda assim, é de se pensar: será que Carlinhos e Léo entraram nesta gestão para acabar, como estão fazendo, as tradições barreirenses?

Neste dia 15 de Novembro de 2015 aconteceria o tradicional encontro de Bandas, como todos os anos sempre aconteceu nas gestões anteriores. Depois que Carlinhos e Léo assumiram a administração de Barreiros, o município tem perdido e muito, em se falando de certos eventos. Outros eventos na cidade, como sabemos, tem caido e muito de produção, tudo graças ao desGOVERNO dos irmãos no poder atual.

A informação veio-me de maneira anônima. Vamos divulgar, confiando na fonte, porém, ainda vamos confirmar com demais pessoas. Segue abaixo o que me passaram.

- "O Prefeito de Barreiros cancelou o Encontro de Bandas... ele não ia pagar nada do bolso dele... Tudo ia ser bancado pelos patrocinadores que o Maestro Carlos arrumou". Diz pessoa anônima. 

Para justificar o cancelamento do encontro de Bandas em Barreiros o Prefeito teria dado uma desculpa, justificável, de que a população poderia pensar que ele não tem dinheiro para pagar o povo, o que é uma grande verdade, mas teria para bancar encontros de bandas e fanfarras.

- "Ele não autorizou porque disse que o povo ia pensar que a Prefeitura não tem dinheiro pra pagar os funcionários mas tinha pra fazer encontro de bandas", diz um do estudantes.

Uma desculpa perspicaz, mais ainda assim, lamentável. Assim sendo, até nisso, o desgoverno de Carlinhos e Léo da Pedreira, é de se lamentar. Nossa cidade, ante certos eventos e festividades tradicionais tem perdido e muito aquele brilho que sempre tivemos. Mas, faz parte de um novo tempo e uma nova história que ao invés de progredir, ao que parece, estamos caminhando à passos rápidos para o nada.