11 agosto 2014

LIDER COMUNITÁRIO DESABAFA SOBRE DESENTENDIMENTO DO DIA 08 DE AGOSTO COM ENFERMEIRA

Momento em que Gilberto é atacado (08 de Agosto de 2014)
Depois dos últimos acontecimentos envolvendo o Líder Comunitário, responsável pela Associação de Moradores da Fazenda São Francisco, com a prefeitura, em particular o prefeito de nosso município, o senhor Carlinhos da Pedreira (PSB), inclusive, em alguns momentos, o mesmo teve que vir à público desmontar as mentiras por parte dos “assessores da prefeitura”, hoje estamos aqui, atendendo à pedido do mesmo, mostrando um outro lado de outra história que envolve o mesmo, em mais um caso, no mínimo, de abuso de poder e descaso para com o ser humano.

Nesta ultima sexta feira, conforme temos em anexo, aconteceu um desentendimento, que à priori deixei um pequeno alerta no texto que pode ser lido abaixo.

Líder Comunitário e Voluntário Agredidos Por Funcionária da Prefeitura?

Agora, no entanto, vamos às palavras do amigo Gilberto Batista para o que de fato, segundo ele, aconteceu naquela sexta feira, dia 08 de agosto em se tratando do desentendimento por parte de uma funcionária da prefeitura, a enfermeira Vera que teria avançado contra ele e um voluntário que se encontrava no momento, o José Lucas.

O QUE SEGUE-SE ABAIXO SÃO AS PALAVRAS DO GILBERTO, REPRODUZIDAS NESTA PÁGINA

Ao chegar na Associação de Moradores em companhia do voluntário José Lucas, foi observado que havia um cadeado na porta da farmácia. Perguntou-se à outro atuante da instituição quem deu ordens de para se colocar aquele cadeado na farmácia se ele, enquanto presidente da casa não foi informado. Ao que foi respondido que foi ordem da enfermeira Vera. No entanto é de se observar que toda e qualquer resolução dentro das dependências da associação deve ser antes, comunicada ao representante legal da instituição.

Encontrando a mesma em frente à porta da Farmácia, ele tentou saber dela o que estava acontecendo, e neste momento a mesma alterando-se, disse-lhe em tom debochado que:

- A casa é sua?

Ele disse que não é bem por aí, já que se tratava de uma associação e como tal tudo o que viesse à ser resolvido deveria ser em conjunto. A casa, local em que se encontra a instituição de fato não é do presidente, e sim da associação. E que por isso mesmo, mesmo tendo-se que tomar uma resolução para a melhoria da casa, ainda assim, o mesmo deveria ser comunicado.

Alterada, a mesma disse que:

- Saia daqui! Pode sair da minha sala.

Ao que foi respondido que a sala não é dela, e sim do povo, já que a instituição trabalha em função do povo, portanto, a mesma não pode se apossar do local como dela.

Ela por sua vez, partiu para a bolsa, de maneira estranha, em alta voz, de maneira que algumas pessoas ouviram e até correram para o local para saber o que estava acontecendo.

- Saia daqui que você não sabe quem sou eu.

“Segundo alguns comentários anteriores, a mesma já vinha alertando que andava armada e que à qualquer momento poderia descarregar a mesma em minha pessoa, e quando a mesma correu para sua bolsa, dentro da farmácia, (sua bolsa estava na prateleira), eu fui atrás, certamente desconfiado, agindo ate por instinto policial que ainda tenho, enquanto militar. Vi quando ela colocou a mão na bolsa, de maneira ameaçadora, o que deu à entender que ela poderia pegar algo que poderia até ser a tal arma que segundo os comentários, a mesma andava com uma arma, guardada.”

Depois de alguns instantes, entre os pedidos dela, de que eu deveria sair, e eu desconfiado com o que poderia acontecer, tendo à presença ainda, no desenrolar de tudo isso de outro funcionário da prefeitura, que presenciou toda a discussão dentro da farmácia. Aos poucos fui afastando-me, já que, independente de tudo o que estava acontecendo, eu tinha assuntos urgentes à tratar na rua, mas precisamente na oficina do conhecido Zé Romão, na Av. Maria Amália, na entrada da cidade.

Quando nós estávamos, José Lucas e eu, no atendimento na oficina do Zé Romão, já que tinha levado meu carro para assistência, eis que, em poucos minutos, por volta de uns 10 minutos, ela aparece totalmente desesperada ameaçando colocar o carro dela por cima de mim, soltando palavrões.

- Fique na frente pra ver e não coloco o carro por cima de você. Você tá pensando que você é o quê? Eu trabalho na colônia com doidos, viu. Se você é frio eu sou muito mais fria do que você. Você não sabe com quem está lidando.

Eu apenas pedi-lhe calma, buscando amenizar a situação, já que a vi totalmente fora de si sem motivo para tanto, já que se tratava de algo que eu acreditava já estar resolvido. Ela por sua vez diz:

- De uma tapa em mim. Eu vou descer do carro pra você dar uma tapa em mim.

Dizendo isso, realmente ela desceu totalmente desorientada. E partiu pra cima de mim. Neste momento de maneira automática, algumas pessoas, vendo o que estava acontecendo, tomaram de seus celulares e começaram à gravar todo o desenrolar do que estava acontecendo. Quando ela percebeu que uma das pessoas estava gravando, correu pra cima, batendo, xingando e gritando, chegando à deixar marcas e arranhões no corpo do rapaz, que nada tinha à ver com aquilo e apenas estava gravando o desespero dela. Ela, chegou ao ponto de bater no rapaz, batendo e arranhando, eu por sua vez, vendo tudo aquilo, fui tentar desapartar, de maneira à que nenhum dos dois saíssem feridos. O rapaz por sua vez não reagiu em nenhum minuto. Quando eu fui ajudar, ela tomada de ira parte pra cima de mim, agarrando em minha camiseta, puxando com força, gritando palavrões, etc... Eu, em nada reagi, vendo que a mesma estava em total desespero. O que é lamentável!

Quando a mesma viu que não conseguia bater, como ela esperava, já que eu apenas me defendia em determinado momento (conforme pode ser constatado depois em vídeo), disse, mentindo que eu tinha batido no rosto dela, sem que eu tenha feito isso.

Nesse momento ela sai, depois de pegar o óculos que tinha caído no chão dizendo:

- Eu tenho família, viu. Você vai se ver comigo, eu tenho família.

Partiu pra dentro do carro, e eu, vendo-a naquele estado, lamentável, ainda pedi para que a mesma não guiasse seu carro e que se a mesma quisesse eu pediria pra que alguém levasse o carro dela, de maneira que a mesma não causa-se algum acidente, desnecessário ao sair dali, da forma que ela se encontrava. Inclusive, ainda, apelei para que a mesma tomasse um calmante. Já que minha preocupação, apesar de tudo era com a pessoa dela, mesmo ela agindo como agiu comigo de maneira tão estranha.

Ela, não dando ouvidos, seguiu desenfreada em direção à sua casa, no centro da cidade.
Nós então, José Lucas e Eu, seguimos para a delegacia e para o hospital para exame de corpo de delito, de maneira à colocar os fatos às claras.

Infelizmente, sabe-se que a enfermeira em questão que atua naquela farmácia, está alocada dentro da Associação, pela prefeitura municipal, no entanto, contra sua vontade, já que a mesma não demonstra interesse em continuar servindo à comunidade. Os moradores por sua vez, reclamam do péssimo atendimento por parte dela, que não cumpre horários conforme deveria cumprir, chegando a hora que quer e saindo a hora que quer e que ainda diz que a prefeitura não lhe banca o combustível para que a mesma se desloque da cidade até à comunidade, já que ela faz visitas no carro dela, gastando de seu próprio bolso.

Tais palavras acima foram inclusive ditas por ela, quando no inicio de suas atividades naquela comunidade, sendo confidenciado ao líder comunitário, como forma de desabafo dela.


Resta agora que os fatos sejam apurados, e que a mesma prefeitura, na pessoa do prefeito, tenha o bom senso de separar as coisas disponibilizando para a comunidade pessoa capaz para atuar nesta área, dentro da associação, respeitando esta por sua vez, dos dois lados. Tanto a prefeitura municipal, quanto os representantes da Associação, em especial o líder comunitário que está à frente dessa obra que trata, acima de tudo da cidadania garantida à um povo sofrido, e muitas vezes esquecido pelas autoridades constituídas, necessitando por sua vez de uma instituição como esta para lhe garantir os direitos e os deveres necessários.
Gilberto Batista, presidente da Associação de Moradores da Fazenda São Francisco.