13 outubro 2014

Diversos partidos concentrados numa só mão para consolidação do poder

Para quem é cem por cento entendido nas questões politicas, sabem tão bem quanto eu que para que determinados grupos, quanto mais partidos nas mãos, mas votos seguem para a chamada majoritária.

No geral, quando alguém vota em fulano, pensando estar ajudando apenas aquele candidato ou aquela candidata, à bem da verdade está auxiliando quem está no topo do partido. São chamados partidos majoritários, como citei acima.

Recentemente está sendo "plantada" a ideia das "tomadas de partidos". Fulano que está com bastante dinheiro, está "abraçando" diversos partidos, para consolidar um novo poder. E já falam de 8 à 12 anos de governo, se tudo seguir conforme o planejado.

A estratégia é pegar os partidos fracos, os que na ultima eleição tiveram abaixo de mil votos e ir criando alianças. Com 8 ou 12 partidos em mãos, ninguém pega a máquina que está se formando.

Daí então, entra no grupo vereadores, comerciantes, e o poder oligarquico. Menos o povo! Este é visto por eles como produtos de manobra. Desde que tudo caia bem para o grupo, que é a minoria, o resto que se vire com seus problemas.

Um novo poder bem mais perigoso do que os tempos da ditadura está acontecendo nos tempos atuais.

Seguindo a linha de quem paga mais, e de que, quem tem dinheiro no bolso é quem tem a voz, eles estão mandando e desmandando.

Pessoas estão sendo compradas por míseros R$ 50,00 reais para bater em bêbado, como demonstração de fidelidade. Outros estão sendo muito bem pagos, com investimento de até 3 mil reais por pessoa para esconder escândalos entre certas lideranças e adolescentes. Outros estão investindo pesados cientes da impunidade e do medo que está sendo imposto na mente das pessoas.

Como para o servidor o mais importante é o emprego, ou então estarão na rua, já que a cidade, pequena de interior, não lhes oferece trabalho dignos...

E assim, vamos pouco à pouco vendo pessoas aplaudirem um grupo que está enriquecendo, quando estavam prestes á falência, às custas do povo que pouco ou nada sabem do que lhes rodeiam.

E queles que pensam que estão livres, não percebem que estão mais presos do que imaginam.